Eu a olhava de longe.
Sem vontade, com vontade.
Poderia chamar de trauma,
Ou medo...
O nome certo?
Pavor.
Não tem outro.
Chame pelo o que é e encare.
Mas como encarar se paraliza?
Como agir quando se sente perdida?
Eu continuo olhando,
Vendo,
sonhando.
O Velho, o Novo...
Ondas que vem...
Pesadelos que vão.
Há uma nova música no ar.
Uma nova esperança.
Mas a vida segue.
Se não seeguir,
É o rumo da vida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário